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  • CUIDADOS COM OS CABELOS NO VERÃO

    Nessa edição especial, vou ensinar você, leitor, em como proteger os fios do sol, mar e piscina! O verão é uma das estações mais desejadas do ano, mas também uma das que mais exige atenção com os cabelos. Sol intenso, vento, mar, piscina e suor podem causar ressecamento, quebra, frizz e desbotamento da cor. Com os cuidados certos, é possível manter os fios saudáveis, bonitos e protegidos durante toda a estação. Proteção solar também é para os cabelos. Assim como a pele, os fios sofrem com a exposição solar. O uso de leave-in com filtro UV ajuda a proteger contra o ressecamento e a perda de brilho, principalmente em cabelos com química ou coloração. A primeira dica é: reaplique um leave-in ao longo do dia, especialmente na praia ou piscina. Hidratação frequente é indispensável, já que no verão, os cabelos perdem água com mais facilidade. Por isso, a hidratação deve ser feita ao menos uma vez por semana. Máscaras hidratantes devolvem maciez, brilho e movimento aos fios. Cabelos bem hidratados resistem melhor aos danos do verão. Cuidados antes e depois do mar e da piscina, é indispensável. O sal do mar e o sulfato de cobre presente na água da piscina, são grandes vilões dos fios. A dica chave antes de entrar no mar ou piscina é: molhe os cabelos com água doce e plique um leave-in ou óleo capilar com proteção térmica. Depois do seu banho de mar ou piscina, lave os fios para remover resíduos e faça uma hidratação, finalizando com um protetor térmico. A nutrição para controlar frizz e ressecamento, é de extrema importância. Ela repõe os óleos naturais perdidos com o sol e o vento, ajudando a controlar o frizz e a deixar os fios mais alinhados. Ideal para cabelos ressecados, volumosos ou com química. Evite o uso excessivo de secador e chapinha. Sempre que possível, deixe os cabelos secarem naturalmente. Quando usar ferramentas térmicas, nunca dispense o protetor térmico. Menos calor, mais saúde! Outra dica importante é: mantenha seu corte sempre em dia! Pontas ressecadas e duplas ficam mais evidentes no verão. Aparar os fios ajuda a manter o cabelo com aparência saudável e facilita os cuidados diários. Com atenção, rotina adequada e acompanhamento profissional, é totalmente possível curtir o verão sem prejudicar a saúde dos cabelos. Cuidar dos fios nessa estação é investir em beleza e bem-estar! ☀️ O Studio Joh Dias, deseja a todos clientes e amigos, um feliz Natal e um próspero ano novo. Que seja um ano repleto de positividade, oportunidades, conquistas e realizações. Gratidão a cada cliente e amigo que passou pelo nosso espaço. Aguardamos todos vocês em 2026, que nossa parceria continue! Agende seu tratamento e cuide do seu cabelo neste verão: 1499861-3205

  • ✨ Fé e história em Angra Doce: Igrejas que renovam a tradição de Natal

    O Natal é tempo de luz, esperança e renovação da fé. Viajamos, as vezes, milhares de quilômetros, por terra e ar, para visitar Igrejas sendo que temos belíssimas em nossa Região. Em Angra Doce , além das paisagens deslumbrantes e da hospitalidade de suas cidades, encontramos um patrimônio religioso riquíssimo, formado por igrejas, catedrais e abadia que conta5m histórias de devoção e perseverança de seu povo. Como estamos na época natalina, é também o momento perfeito para visitar ou revistar a nossa histórica , que se tornam ainda mais especiais nesta temporada. Cada templo guarda memórias centenárias e celebrações que unem comunidades, transformando Angra Doce em um destino que combina espiritualidade, cultura e turismo. Segundo pesquisa realizada no site da Diocese de Ourinhos e no Site da Rota do Rosário, a missa mais antiga região de Angra Doce foi celebrada em 1861, em Piraju ( que ainda se chamava Tijuco Preto) dando início as construções de Abadias, Igrejas e Matrizes da Região. 📜 Linha do Tempo das Igrejas de Angra Doce Século XIX 1861 – Piraju (SP):  Primeira missa na capela de taquaras dedicada a São Sebastião. 1870 – Fartura (SP):  Origem da devoção a Nossa Senhora das Dores, com a doação de terras para a capela. 1872 – Piraju (SP):  Criação oficial da Paróquia de São Sebastião do Tijuco Preto. Início do Século XX 1904 – Ipaussu (SP):  Construção da primeira capela dedicada ao Senhor Bom Jesus. 1906 – Piraju (SP):  Inauguração da matriz atual de São Sebastião, em estilo majestoso. 1915 – Ipaussu (SP):  Instituição oficial da Paróquia Senhor Bom Jesus. 1917 – Timburi (SP):  Início da construção da Matriz Santa Cruz em arenito rosa. 1924 – Piraju (SP):  Primeira grande reforma da matriz de São Sebastião. 1928 – Ourinhos (SP):  Lançamento da pedra fundamental da Catedral Senhor Bom Jesus. 1928 – Chavantes (SP):  Pedra fundamental da Matriz Nossa Senhora Aparecida. 1934 – Ourinhos (SP):  Inauguração da Catedral Senhor Bom Jesus. 1934 – Chavantes (SP):  Inauguração da Matriz Nossa Senhora Aparecida. Década de 1930 e 1940 1936 – Itaporanga (SP):  Fundação da Abadia de Nossa Senhora da Santa Cruz 6pelos monges cistercienses. 1941 – Canitar (SP):  Fundação da Capela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. 1943 – Timburi (SP):  Conclusão da Matriz Santa Cruz. 1943 – Itaporanga (SP):  Conclusão da ala frontal da Abadia. Década de 1940 – Bernardino de Campos (SP):  Construção da Igreja Nossa Senhora Rainha da Paz. Pós-Guerra e segunda metade do século XX 1950 – Jacarezinho (PR):  Inauguração da Catedral Imaculada Conceição. 1966 – Barão de Antonina (SP):  Criação da Paróquia Santa Terezinha do Menino Jesus. 1975 – Siqueira Campos (PR):  Inauguração do Santuário Senhor Bom Jesus da Cana Verde. Século XXI 2004 – Ribeirão Claro (PR):  Inauguração do Santuário Diocesano de São Vicente Pallotti, primeiro do mundo dedicado ao santo.   🏰 Abadia de Nossa Senhora da Santa Cruz – Itaporanga (SP) A Abadia de Nossa Senhora da Santa Cruz , também chamada de Mosteiro de Itaporanga, é considerada uma das maiores do Brasil. Fundada em 1936 por monges cistercienses vindos da Alemanha, sua criação foi marcada pela coragem em tempos de perseguição religiosa na Europa. A construção, concluída em 1943, foi feita com tijolos produzidos pelos próprios monges na olaria do mosteiro. A imponência da abadia impressiona: sua fachada monumental e a igreja abacial dedicada a São João Batista , projetada pelo arquiteto alemão Dr. Albert Bosslet, são exemplos de arte e fé. Além das celebrações litúrgicas, os monges desempenham papel vital na vida pastoral das paróquias de Itaporanga e Riversul, e também se dedicam à agricultura e pecuária, sustentando a comunidade. Hoje, a abadia oferece visitas monitoradas, permitindo aos visitantes mergulhar na espiritualidade e na história desse monumento único. ✨ Curiosidade:  A abadia coordena mais de 25 capelas rurais, espalhando sua presença espiritual por toda a região. 🎄 Paróquia Senhor Bom Jesus – Ipaussu (SP) A Paróquia do Senhor Bom Jesus  em Ipaussu começou em 1904, com a construção da primeira capela. Em 1915, foi oficialmente instituída a paróquia, que se tornou centro da vida religiosa da cidade. O templo é símbolo da fé local, mas também da cultura: todos os anos, o Natal de Luzes  transforma Ipaussu em cenário mágico, com a matriz e as praças iluminadas, atraindo visitantes e fortalecendo o turismo religioso. ✨ Curiosidade:  A festa do padroeiro, celebrada em agosto, reúne romarias, passeios de bicicleta entre todas as Capelas da cidade, missas campais e procissões que atraem fiéis de toda a região. ✨ Catedral Senhor Bom Jesus – Ourinhos (SP) A pedra fundamental foi lançada em 1928 e a inauguração ocorreu em 1934, em meio a grande festa popular. Embora ainda inacabada, já recebia fiéis para missas, batizados e casamentos. A Catedral Senhor Bom Jesus  é hoje referência religiosa e cultural de Ourinhos. Sua arquitetura imponente e sua história de perseverança fazem dela um dos principais símbolos da cidade. ✨ Curiosidade:  O sino de bronze da antiga capela ainda é preservado e usado em celebrações especiais. 🌹 Matriz Nossa Senhora das Dores – Fartura (SP) Em 1870, Manoel Remígio Viana doou terras para a construção de uma capela em homenagem à padroeira. A festa de 15 de setembro  reúne fiéis em procissões e missas, reforçando a identidade espiritual da cidade. ✨ Curiosidade:  A matriz guarda imagens sacras centenárias, trazidas por famílias pioneiras, que ainda são usadas nas procissões. 🏹 Matriz de São Sebastião – Piraju (SP) A devoção a São Sebastião  em Piraju começou em 1861, com uma capela simples de taquaras. Em 1872, foi criada oficialmente a paróquia, e em 1906 inaugurou-se a atual matriz, já em estilo majestoso, com torre e naves amplas. A igreja passou por reformas em 1924 e em 1998, quando ganhou nova pintura e um arco no altar. Hoje, é um dos templos mais admirados da região.✨ Curiosidade:  A imagem original de São Sebastião, esculpida em madeira, ainda é preservada e venerada pelos fiéis. ✝️ Matriz Santa Cruz – Timburi (SP) Idealizada pelo Padre Bento de Queiroz , começou a ser construída em 1917 e foi concluída em 1943, em arenito rosa da região. Padre Bento faleceu antes da conclusão, mas foi sepultado sob as escadarias da igreja. Em 2012, passou por grande reforma, preservando seu valor histórico e cultural. ✨ Curiosidade:  O túmulo de Padre Bento, em frente à matriz, é visitado por fiéis que reconhecem sua dedicação. 🌸 Igreja Nossa Senhora Rainha da Paz – Bernardino de Campos (SP) A devoção mariana se expressa na igreja, que é espaço de oração e celebrações que fortalecem a identidade espiritual da comunidade. ✨ Curiosidade:  Durante o mês de maio, dedicado a Maria, a igreja organiza coroações e procissões que mobilizam toda a cidade. 🌸 Igreja Santa Terezinha do Menino Jesus – Barão de Antonina (SP) Criada em 1966, após a emancipação do município, nasceu de uma antiga capela rural vinculada a Itaporanga. O primeiro pároco foi o Pe. Elredo Costa, O. Cist. . Hoje, sob responsabilidade do Pe. Aparecido Rubin , a paróquia se destaca pela participação ativa dos fiéis em trabalhos voluntários. ✨ Curiosidade:  A festa de Santa Terezinha, em outubro, é marcada por novenas, procissões e intensa participação popular. 🌸 Igreja Matriz de Nossa Senhora Aparecida – Chavantes (SP) Com pedra fundamental lançada em 1928 e inaugurada em 1934, tornou-se centro da devoção à padroeira. ✨ Curiosidade:  A imagem de Nossa Senhora Aparecida que domina o altar foi trazida por famílias pioneiras e é considerada milagrosa. 🌹 Capela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro – Canitar (SP) Fundada em 1941 por Dona Luizinha, tornou-se paróquia em 1997. A presença das Irmãs Pequenas Missionárias Eucarísticas entre 1999 e 2013 fortaleceu a catequese e a evangelização. ✨ Curiosidade:  A capela foi construída com doações da comunidade e até hoje mantém o espírito de união entre os moradores. ⛪ Igreja Matriz de Siqueira Campos – Paraná Construída na década de 1920, dedicada ao Divino Espírito Santo. Em 1934, recebeu a imagem do Senhor Bom Jesus da Cana Verde , origem da festa celebrada em 6 de agosto. ✨ Curiosidade:  O santuário guarda relatos de milagres atribuídos ao Senhor Bom Jesus, tornando-se local de romaria. 🌄 Santuário Diocesano de São Vicente Pallotti – Ribeirão Claro (PR) Inaugurado em 2004, é o primeiro santuário do mundo dedicado a São Vicente Pallotti . ✨ Curiosidade:  O santuário recebe peregrinos de vários países e é considerado marco internacional da devoção pallottina. 🕊️ Catedral Imaculada Conceição – Jacarezinho (PR) Inaugurada em 1950 e tombada pelo Patrimônio Histórico, impressiona pelos murais de Eugênio de Proença Sigaud , que retratam cenas bíblicas e sociais. ✨ Curiosidade:  Os murais da catedral são considerados uma das maiores obras sacras do Brasil em extensão. Neste Natal, visitar a região de Angra Doce  é mergulhar em um roteiro que une fé, cultura e beleza. Cada igreja, catedral e abadia guarda histórias de perseverança e devoção que iluminam a tradição e tornam esta época ainda mais especial.Angra Doce é, portanto, um destino onde espiritualidade e turismo se encontram, convidando todos a celebrar o Natal em meio a templos que são verdadeiros tesouros da nossa história. Fotos obtidas no sites da Diocese de Ourinhos (SP) e da Rota dos Rosário (PR).

  • NA CORRERIA, VOCÊ PAROU E NOS DEU VOZ. GRATIDÃO

    Caros amigos leitores, estamos chegando ao final de mais um ano. E que ano foi esse! Ano de muitos aprendizados, batalhas e conquistas. Em especial, o ano do surgimento desta revista, da qual tenho o prazer de fazer parte e de falar sobre a minha profissão: Fisioterapia , que, como síntese, é o amor. Neste período de festas e comemorações, vamos sempre lembrar do que passamos, olhando para o que ficou, seja em forma de agradecimento ou de experiências adquiridas. E, quando menos esperamos, dezembro vem à tona com emoções e aconchego, trazendo consigo o fim de um ciclo e boas novas. Com ele vem o espírito natalino, que está aí para ser vivido: está em você, em mim e em todos que quiserem viver isso. Parece que, ao final de cada ano, vira uma chavinha na cabeça das pessoas que dizem: “Agora sim eu vou curtir, agora eu posso!”. Todos vivem esse espírito de magia misturado com um pouquinho de caos. Até quem não quer viver isso acaba entrando nos embalos de um final de ano: tudo lotado, pessoas com a sensação de dever cumprido e outras com pressa para conseguir viver intensamente esse momento. Em inspiração a esse ano que passou, venho transcrever para vocês como me sinto grata. Hoje não venho falar sobre fisioterapia, apesar de amar. Hoje venho aqui, humildemente, agradecer a você aí, que nos motiva a escrever. Cada dia mais estamos na era do imediatismo, e preservar o hábito da leitura de fontes seguras vem sendo cada vez mais difícil. Por outro lado, pessoas como vocês, que se dedicam do seu tempo (que hoje eu sei que vale ouro) para tentar entender os assuntos tão importantes e as mensagens que estamos tentando transmitir com a revista, só me fazem pensar o quanto ainda vale a pena. Venho observando, ao longo do tempo, que atualmente sentimos diariamente a presença de uma falta de interesse em tudo que demore mais que um minuto para ser concretizado. E você, meu leitor, está entre os que fazem a diferença: os que ainda apreciam ler e entender mais sobre vários assuntos. Sintam-se especiais por terem, a princípio, curiosidade em aprender e a paciência que muitos não têm. O seu interesse pela leitura nos move . E hoje vim aqui falar com vocês sobre isso. Quando me chamaram para iniciar escrevendo para a revista, abordando temas que eu gostaria de gritar para o mundo ouvir, eu aceitei logo de cara, mas confesso que pensei: “Tá, pera… mas quem vai ler?”. Nesse mundo onde tudo é para ontem, custei a acreditar que alguém pararia e leria algo tão inspirador, porém complexo e longo. E assim iniciei, acreditando que deveria minimizar toda aquela vontade de escrever extensamente que eu tinha, para assim criar em vocês o hábito da leitura da minha coluna aqui na revista. Mas, pasmem, meus amigos: vocês me surpreenderam com a alta aceitação. E eu, que tentei por vezes imaginar o quanto de aceitação teríamos, fiquei lisonjeada por você respeitar e honrar nossas horinhas escrevendo conteúdos. Sei que, assim como um mercado precisa de clientes, uma revista precisa de leitores. E hoje você é o nosso homenageado aqui nesta coluna. Meu muito obrigada pela paciência de estar aí, do outro lado, nos lendo. Obrigada por este ano e pelos muitos que ainda estaremos aqui. Que o espírito natalino faça brilhar ainda mais a sua estrela e a dos seus. Sinta gratidão por tudo o que viveu este ano, por mais desafiador que tenha sido. Você conseguiu!!! Que 2026 seja imensuravelmente o melhor ano das suas vidas. Desejo que tenham muita paz e saúde. Porém, se não estiverem bem de saúde, eu posso te ajudar (rs). Brincadeiras à parte, graças a Deus Ele me permitiu ter uma profissão que realmente ajuda as pessoas a se sentirem melhor e mais saudáveis. E esse é o meu propósito aqui. Me acompanhem. Espero poder passar muitas informações para vocês e espero ter conseguido transmitir um pouquinho da minha gratidão por existirem, pela sua vida e por nos acompanharem. Aguardo vocês também em 2026, se cuidando no Studio Daiany Peres . Será sempre uma honra atender você e sua família. VOCÊS FAZEM A DIFERENÇA!!!!!!!!!! FELIZ NATAL E UM BELO E MÁGICO ANO NOVO. São os votos da Dra. Daiany Peres  e, em especial, do Studio Daiany Peres e equipe .

  • O corpo avisa: sem alongamento, não há saúde nem performance

    A prática regular de exercícios físicos é fundamental para manter a saúde e o bem-estar. No entanto, muitas vezes negligenciamos uma parte essencial dessa rotina: os alongamentos. Eles desempenham um papel crucial na preparação e recuperação do corpo, independentemente de você ser um atleta dedicado ou alguém que pratica atividades físicas esporadicamente. Importância dos Alongamentos na Prática Esportiva Os alongamentos são exercícios que visam aumentar a flexibilidade muscular e a amplitude de movimento das articulações. Ao incorporar alongamentos na sua rotina, você proporciona ao corpo maior autonomia e independência, facilitando a execução de movimentos tanto no dia a dia quanto durante a prática esportiva. Além disso, a prática regular de alongamentos pode auxiliar na redução de lesões, como tendinites, bursites e cãibras, promovendo uma recuperação muscular mais eficiente. Benefícios dos Alongamentos para Todos Independentemente da frequência com que você pratica atividades físicas, os alongamentos oferecem benefícios significativos: • Melhora da Flexibilidade e Mobilidade:  Aumenta a amplitude de movimento das articulações, facilitando a realização de tarefas cotidianas e movimentos esportivos. • Prevenção de Lesões:  Reduz a tensão muscular e melhora a postura, diminuindo o risco de lesões durante atividades físicas. • Alívio do Estresse:  Promove o relaxamento muscular e mental, contribuindo para a redução do estresse e da ansiedade. • Aumento da Circulação Sanguínea:  Estimula o fluxo sanguíneo, acelerando a recuperação muscular e melhorando a saúde cardiovascular. Esses benefícios são alcançados com a prática regular de alongamentos, que deve ser realizada de forma suave e progressiva, respeitando os limites do corpo. Prevenir é Mais Barato do que Remediar Investir tempo em alongamentos é uma estratégia eficaz de prevenção. Ao dedicar alguns minutos antes e depois das atividades físicas para alongar-se, você reduz significativamente o risco de lesões, evitando gastos com tratamentos e períodos de inatividade. Além disso, a prevenção contribui para uma melhor qualidade de vida e desempenho esportivo. Exemplos de Alongamentos para Membros Inferiores e Superiores Para ilustrar como realizar alongamentos eficazes, apresentamos alguns exemplos para os membros inferiores e superiores: Membros Inferiores: 1. Alongamento de Quadríceps: • Fique em pé e segure o tornozelo direito com a mão direita, puxando-o em direção ao glúteo. • Mantenha os joelhos alinhados e a postura ereta. • Segure por 20 a 30 segundos e repita com a outra perna. Realize 10 repetições com cada perna. 2. Alongamento de Isquiotibiais: • Sente-se no chão com uma perna estendida e a outra flexionada. • Incline o tronco para frente, mantendo as costas retas, até sentir um leve alongamento na parte posterior da coxa. • Segure por 20 a 30 segundos e troque de perna. Realize 10 repetições com cada perna.   Membros Superiores: 1. Alongamento de Ombros: • Estenda o braço direito à frente do corpo, na altura do peito. • Com a mão esquerda, puxe o braço direito em direção ao peito, sentindo o alongamento no ombro. • Mantenha por 20 a 30 segundos e repita com o outro braço. Realize 10 repetições com cada braço. 2. Alongamento de Tríceps: • Levante o braço direito acima da cabeça e dobre o cotovelo, levando a mão direita em direção à escápula. • Com a mão esquerda, pressione suavemente o cotovelo direito, intensificando o alongamento. • Segure por 20 a 30 segundos e troque de braço. Realize 10 repetições com cada braço. Conclusão Incorporar alongamentos na sua rotina diária é uma prática simples e eficaz que traz inúmeros benefícios para a saúde e o desempenho esportivo. Lembre-se de que prevenir é mais barato do que remediar; portanto, dedique alguns minutos ao alongamento antes e depois das atividades físicas para garantir um corpo mais saudável e preparado para os desafios do dia a dia.

  • CLAREAMENTO DENTAL - MITOS E VERDADES

    Introdução Atualmente, a busca por um sorriso mais branco tornou-se uma das principais motivações para visitas ao dentista. Um sorriso radiante é frequentemente associado à saúde, higiene e bem-estar, o que eleva a autoestima e a confiança social do paciente. O clareamento dental é um procedimento minimamente invasivo que utiliza agentes oxidantes para remover manchas e pigmentos acumulados nos dentes ao longo do tempo. Essas substâncias penetram na estrutura dental e quebram as moléculas de cor, clareando dentes que sofreram escurecimento pelo envelhecimento natural ou pelo consumo de alimentos pigmentados. Com a grande circulação de informações em redes sociais, muitas vezes sem comprovação científica, surgiram diversas dúvidas e conceitos equivocados sobre a segurança do procedimento. Este artigo tem o objetivo de esclarecer os principais mitos e verdades sobre o tema, garantindo que o paciente compreenda o processo e realize o tratamento com segurança e eficácia sob supervisão profissional.   Sensibilidade dentária A sensibilidade nos dentes é o efeito colateral mais comum relatado por quem faz o clareamento, sendo, portanto, uma verdade. Isso acontece porque o gel clareador precisa atravessar as camadas do dente para agir nas manchas. Durante esse processo, o produto acaba estimulando o nervo do dente, o que pode gerar uma inflamação passageira e aquela sensação de "choquinho". Fonte:  Apex Odontologia. No entanto, é importante destacar que essa sensibilidade é temporária e não causa dano permanente. O problema pode ser facilmente evitado ou reduzido com o uso de produtos contra sensibilidade indicados pelo dentista ou apenas ajustando o tempo que o gel fica em contato com os dentes.   Receitas caseiras Muitas pessoas acreditam que usar produtos como carvão ativado ou bicarbonato de sódio em casa é uma alternativa barata e segura para clarear os dentes, mas isso é um mito. Na verdade, essas substâncias abrasivas não possuem as propriedades químicas necessárias para remover as manchas internas do dente, elas funcionam apenas como um desgaste mecânico. Esse desgaste pode causar danos irreversíveis à estrutura dental, deixando os dentes mais finos e aumentando muito a sensibilidade. Além de não atingir os pigmentos internos que determinam a cor real do dente, o uso frequente dessas receitas pode acabar deixando o sorriso com um aspecto amarelado, pois o esmalte desgastado revela a camada interna do dente, que é naturalmente mais escura. Fonte:   Use Orgânico.   O clareamento de consultório é mais eficaz que o caseiro A ideia de que o tratamento feito no consultório é superior ao realizado em casa é um mito, pois ambas as técnicas apresentam resultados semelhantes. No método de consultório, o dentista utiliza géis de alta concentração, para obter um clareamento mais rápido em sessões de aproximadamente uma hora. Já no método caseiro, o paciente utiliza moldeiras com géis de baixa concentração, durante algumas horas do dia ou da noite, por um período de duas a quatro semanas. A escolha entre as técnicas depende da conveniência do paciente, do nível de sensibilidade individual e do tempo desejado para o resultado, sendo que a técnica caseira supervisionada é frequentemente considerada o "padrão-ouro". Isso ocorre porque o clareamento gradual da técnica caseira costuma gerar uma menor incidência de sensibilidade severa e proporciona uma maior estabilidade da cor a longo prazo. Fonte:   Gemini.   Dieta restrita durante o clareamento Um dos temas que mais gera dúvidas é como a alimentação interfere no resultado do clareamento dental. No passado os pacientes eram proibidos de consumir qualquer alimento com corante, mas hoje sabemos que isso é um mito. A ciência evoluiu e as pesquisas mostram que essa restrição absoluta não é necessária para o sucesso do tratamento. Estudos atuais comprovam que o segredo não está na proibição, mas sim na moderação e em uma boa higiene bucal. Escovar os dentes ou apenas enxaguar a boca logo após consumir algo pigmentado já é o suficiente para garantir que o seu sorriso continue brilhante. Portanto, você pode manter sua rotina alimentar sem restrições exageradas, focando no equilíbrio e nos cuidados diários de limpeza.   Conclusão O clareamento dental é um procedimento seguro e eficaz, realizado sob supervisão de um cirurgião-dentista. É fundamental desmistificar a ideia de que o tratamento causa danos permanentes aos dentes ou que métodos caseiros sem supervisão são alternativas viáveis. A educação do paciente e o planejamento individualizado são as chaves para alcançar um sorriso mais claro sem comprometer a saúde bucal.   Referências bibliográficas SANTOS, J. S. et al. Mitos e verdades sobre o clareamento dental: uma revisão de literatura. Brazilian Journal of Health Review, Curitiba, v. 7, n. 3, p. e79885, 2024. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index . php/BJHR/article/view/79885/55083. Acesso em: 19 dez. 2025. SILVA, L. M. et al. Clareamento dental: uma revisão de literatura sobre as técnicas e sua eficácia. Research, Society and Development, v. 13, n. 4, p. e4585145851, 2024. Disponível em: https://rsdjournal.org/index.php/rsd/ article/download/45851/36512. Acesso em: 19 dez. 2025.

  • O Homem Contemporâneo: Forte De Espelho, Frágil De Ação

    Há algo profundamente curioso — e francamente patético — no homem contemporâneo. Ele entra na academia seis vezes por semana, faz creatina como ritual religioso, ostenta bíceps inflados, barba cerrada e voz grossa ensaiada no reels. Parece pronto para a guerra. Até que surge… uma barata. Ou um pneu furado. Ou uma simples necessidade de leitura mínima de espaço urbano ao lado de uma mulher. E então o herói do espelho desaparece. Fica apenas o figurante do próprio personagem. Vivemos a era do homem esteticamente viril e funcionalmente inútil. Uma masculinidade de vitrine, feita para foto, não para o mundo real. Um modelo que performa força, mas foge do gesto. Que fala grosso, mas não sustenta o silêncio quando precisa agir. Que exibe músculos como argumento moral, mas não sabe onde colocar o próprio corpo quando a situação exige presença. A pergunta não é se isso é um retrocesso. A pergunta é: quando foi que aceitamos isso como normal? Matar uma barata não é sobre o inseto. Trocar um pneu não é sobre mecânica. Andar do lado externo da calçada não é sobre cavalheirismo antiquado. Tudo isso é sobre algo muito mais básico e hoje raríssimo: prontidão. Disponibilidade para agir. Capacidade de assumir, ainda que em pequenas situações, a responsabilidade pelo ambiente imediato. O homem contemporâneo foi educado para acreditar que qualquer gesto de proteção é suspeito. Que qualquer liderança é autoritarismo em potencial. Que qualquer código de conduta masculina é opressão disfarçada. E, com medo de errar, escolheu não fazer nada. O problema é que a omissão nunca foi neutra. Ela só é confortável para quem pode se dar ao luxo de ser omisso. Criamos uma geração de homens que confunde respeito com ausência, igualdade com indiferença, maturidade com passividade. Homens que não querem parecer “machistas”, mas acabam parecendo ausentes. Homens que não querem assumir riscos, mas exigem reconhecimento. Homens que pedem admiração sem entregar função. O discurso moderno ensinou que força é tóxica, mas esqueceu de explicar que fragilidade também pode ser. Uma sociedade composta por homens que não sabem agir em situações simples não é mais segura, é mais frágil. Não é mais justa, é mais desamparada. Não é mais evoluída, é apenas mais confusa. O gesto de andar do lado correto da calçada virou meme. "Coisa de velho", dizem. Curioso como o mesmo homem que sabe todas as coreografias do TikTok não sabe ler o básico do espaço urbano. Não entende que o lado externo da calçada é o lado do risco. Do carro que sobe, da bicicleta desgovernada, do imprevisto. Não é romantização. É estatística. É observação. É mundo real. Mas o mundo real exige algo que o homem contemporâneo desaprendeu: responsabilidade sem aplauso. Ninguém vai filmar você trocando um pneu à noite. Ninguém vai te dar like por resolver um problema doméstico. Ninguém vai te chamar de desconstruído por se colocar entre o risco e quem está ao seu lado. E talvez seja exatamente por isso que tantos não fazem. A masculinidade virou um palco. E, como todo palco, só funciona sob luz, ângulo e validação. Fora disso, desmonta. Há também a terceirização total da vida. Se algo quebra, chama-se alguém. Se algo assusta, ignora-se. Se algo exige confronto, posterga-se. O homem não aprende porque não precisa. Não precisa porque sempre haverá um serviço, um aplicativo, um tutorial que nunca será assistido até o fim. O problema é que a vida não avisa quando não haverá tempo de chamar ninguém. O argumento clássico surge rápido: “isso é só saudosismo”. Não é. Ninguém está defendendo o homem bruto, violento, incapaz de sentir. O que está em falta não é sensibilidade, é estrutura. Não é emoção, é função. Um homem pode ser sensível, moderno, empático — e ainda assim saber agir. Uma coisa não exclui a outra. Só na caricatura ideológica elas se anulam. O homem forte de verdade não é o que grita sobre masculinidade. É o que não precisa discursar. Ele simplesmente faz. Resolve. Age. Sustenta. Não para dominar, mas para garantir que o caos não avance um centímetro além do necessário. Hoje, porém, o que se vê é um medo generalizado de assumir esse lugar. Um receio constante de ser mal interpretado. Um pânico de parecer antiquado. E, nesse medo, perde-se algo essencial: o senso de dever. Dever não é opressão. Dever é o que separa adultos de adolescentes tardios. Dever é entender que viver em sociedade implica assumir papéis, mesmo quando eles não são confortáveis ou trending topics. O homem contemporâneo quer os bônus simbólicos da masculinidade — respeito, desejo, reconhecimento — sem pagar o preço prático dela. Quer ser visto como forte, mas não testado. Quer ser admirado, mas não necessário. Quer ser referência, mas não responsabilidade. E isso cobra um preço coletivo. Mulheres que precisam estar sempre alertas. Crianças que crescem sem referência funcional de ação masculina. Espaços públicos mais inseguros. Relações mais frágeis. Tudo porque agir virou opcional. No fim, talvez o maior problema não seja o homem que tem medo de barata. É o homem que tem medo de si mesmo. Medo de errar. Medo de agir. Medo de ocupar espaço. Medo de ser útil. A evolução real não elimina virtudes — ela as lapida. Coragem, proteção, prontidão e responsabilidade não são relíquias do passado. São ferramentas do presente. E quem abre mão delas não se torna mais moderno. Torna-se apenas dispensável. O homem contemporâneo precisa decidir se quer continuar sendo forte apenas no reflexo do espelho ou se está disposto a recuperar algo muito mais raro: a capacidade de estar à altura quando o mundo, e não a câmera, exige.

  • Cultura e Turismo: A Força da União para o Desenvolvimento de Cidades e Comunidades

    A relação entre cultura e turismo é intrínseca e indissociável. Juntos, esses dois campos formam um dos motores mais potentes para o desenvolvimento social, econômico e territorial. Em políticas públicas, compreender essa complementaridade é fundamental para impulsionar o crescimento sustentável de cidades, valorizar identidades e fortalecer vínculos comunitários. A Importância da Cultura A cultura é a expressão viva de um povo. Ela se manifesta nas tradições, na gastronomia, nas artes, na música, no patrimônio material e imaterial e no modo como as pessoas se relacionam com o mundo. Investir em cultura significa: - Preservar a memória e a identidade local; - Estimular a criatividade e a inovação; - Fomentar a economia criativa; - Ampliar o sentimento de pertencimento da população; - Gerar empregos em setores como música, artes cênicas, design, audiovisual e artesanato.   A Importância do Turismo O turismo é uma das maiores indústrias do mundo e possui enorme capacidade de gerar renda de maneira rápida e contínua. Entre seus benefícios estão: * Aumento da arrecadação municipal; * Geração de emprego e renda diretamente e indiretamente; * Incentivo à criação de novos empreendimentos; * Dinamização do comércio local; * Expansão da infraestrutura urbana.   Cidades turísticas tornam-se polos de desenvolvimento e ampliam seu potencial econômico de forma sustentável quando bem planejadas. O que Cultura e Turismo têm em comum:   A cultura é, frequentemente, o principal motivo pelo qual uma pessoa decide viajar. Já o turismo é o caminho que permite que a cultura seja vivenciada, valorizada e divulgada. Assim, ambos compartilham:   Valorização do patrimônio — artístico, histórico e natural; Promoção da identidade local; Geração de oportunidades econômicas; Conexão entre pessoas e territórios; Fortalecimento da economia criativa e da cadeia produtiva turística.   Quando integrados, cultura e turismo transformam-se em instrumentos capazes de ampliar o impacto das políticas públicas, criando cidades mais dinâmicas, inclusivas e competitivas.   Cidades que cresceram com a união entre Cultura e Turismo   Diversas cidades ao redor do mundo e do Brasil alcançaram desenvolvimento expressivo ao integrar cultura e turismo: 1. Gramado (RS) Conhecida por seu festival de cinema, festas tradicionais e uma forte identidade cultural, Gramado tornou-se um dos destinos mais visitados do Brasil. A valorização da cultura local impulsionou o turismo e transformou a economia. 2. Paraty (RJ) O patrimônio histórico preservado, aliado a eventos como a FLIP (Festa Literária Internacional), colocou Paraty no mapa mundial do turismo cultural. A cidade é hoje exemplo de como cultura qualificada atrai visitantes e investimentos. 3. Salvador (BA) Com sua música, gastronomia, arquitetura colonial e festas populares, Salvador consolidou-se como um grande polo cultural-turístico. O Carnaval e a forte identidade afro-brasileira são motores econômicos fundamentais. 4. Ouro Preto (MG) O conjunto arquitetônico barroco aliado ao turismo estudantil e cultural transformou Ouro Preto em referência nacional na integração entre patrimônio e turismo. 5. Curitiba (PR) A capital paranaense investiu em equipamentos culturais (Ópera de Arame, Museu Oscar Niemeyer, Teatro Guaíra) e em planejamento urbano, atraindo turistas e eventos que movimentam a economia local. 6. Lisboa (Portugal) A recuperação do centro histórico, o incentivo à cultura contemporânea e a promoção internacional transformaram Lisboa em uma das cidades mais visitadas da Europa, provando que cultura é ativo econômico estratégico. 7. Medellín (Colômbia) A cidade investiu em cultura como ferramenta de transformação social, criando bibliotecas-parque, museus e programas culturais que impulsionaram o turismo internacional e mudaram a imagem da cidade.   Enfim.......... A união entre cultura e turismo não é apenas uma estratégia inteligente: é uma necessidade. Essa integração fortalece identidades, impulsiona a economia, gera oportunidades para a população e torna as cidades mais vivas, atrativas e competitivas. Quando cultura e turismo se unem em políticas públicas bem estruturadas, o resultado é um desenvolvimento que valoriza pessoas, tradições e territórios — um crescimento verdadeiramente sustentável e inclusivo.

  • O QUE FAZ UM COMPUTADOR SER GAMER – MONITOR (parte 2)

    Em continuação aos artigos anteriores, buscando explicar para aqueles que nada entendem a respeito da diferença entre um computador normal e um PC gamer, caso você mesmo pretenda ter um ou deseja presentear um filho, antes de adquirir sugiro a leitura dos artigos anteriores e também dos próximos para não ser engando por um vendedor ou anúncio que diz uma coisa e vende outra! Buscando usar linguagem simples pretendo levar muitos a iniciarem a viagem neste mundo de jogos com belos gráficos e buscando uma excelente jogabilidade. Dando continuidade aos artigos anteriores, vamos continuar falando sobre os monitores e suas características. Um ponto a ser observado quando vamos escolher é o tipo de tela, como ela funciona, e pode ser IPS, TN ou VA.   Mas que significam estas siglas? IPS (In-Plane Switching): Como funciona: Os cristais líquidos se alinham paralelamente ao substrato (na horizontal) e “giram” no mesmo plano para deixar a luz passar, resultando em amplos ângulos de visão, seus pontos fortes são a sua melhor precisão de cor e qualidade de imagem, com ângulos de visão mais amplos e pouca perda de brilho e cor. Porém são painéis geralmente mais lentos quanto a frequência e com preço mais elevado. Ideal para quem prefere qualidade de imagem a desempenho em FPS (veja artigo anterior). Traz portanto maior imersão quanto a qualidade.  TN (Twisted Nematic): Neste tipo de tecnologia os cristais líquidos são dispostos em uma estrutura torcida e “giram” rapidamente para bloquear a luz de fundo o que resulta em um menor tempo de resposta, com baixa latência, tendo seu preço mais acessível, porém não sendo tão fiel nas cores como nas telas IPS. Ideal para gamers que priorizam FPS em vez de qualidade de imagem.   VA (Vertical Alignment): Aqui os cristais líquidos são dispostos verticalmente e “se inclinam” quando uma corrente elétrica é aplicada, nela o ponto forte é que possui um ótimo contraste, ângulos de visão melhores que no TN porém com maior chance de ‘ghosting’ que é um rastro perceptível na tela quando há movimentos rápidos. Ideal para quem precisa de um bom equilíbrio entre cores, contraste e velocidade, como quem joga e também assiste filmes, ou para quem trabalha com tons escuros. (Seria como um meio termo entre as duas tecnologias abordadas acima).  Assim a escolha do tipo de painel (IPS, TN ou VA) depende da sua prioridade: escolha TN para o melhor custo-benefício e velocidade em jogos competitivos, VA para o contraste ideal em ambientes escuros e filmes, e IPS para cores mais precisas e ângulos de visão amplos em design ou edição. E por último, quanto aos monitores, a última coisa que devemos observar é seu modo de conexão.  As duas melhores formas de conexão para um monitor gamer são HDMI e DislplayPort. O DisplayPort  geralmente suporta resoluções e taxas de atualização mais altas, sendo ideal para PCs gamer e monitores de alta performance, quando se tem uma excelente placa de vídeo, muita memória e processadores rápidos. Já o HDMI  é mais comum e versátil, encontrado em TVs, vídeogames e muitos modelos de monitores, e geralmente a mais comum entre as opções para para entretenimento doméstico. O HDMI suporta altas resoluções e taxas de atualização, mas pode ser limitado em comparações com o DisplayPort porém sua versão HDMI 2.1 melhorou bastante o desempenho, aumentando a taxa de transferência de dados por segundo. O DisplayPort suporta resoluções e taxas de atualização mais altas em geral, ideal para jogos e design gráfico suportando a conexão de múltiplos monitores em série (algo que o HDMI não faz).   Assim, antes de comprar um monitor não deixe de verificar todos estes pontos apresentados nos últimos artigos.

  • Diferenças entre BPC, aposentadoria da PcD e aposentadoria por incapacidade

    Como escolher, entre BPC, aposentadoria da pessoa com deficiência e aposentadoria por incapacidade, o benefício que melhor garante dignidade e segurança de renda.   A proteção jurídica das pessoas com deficiência no Brasil é fruto de uma longa caminhada política e social, que passa pela Constituição de 1988, pela Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e pela Lei Brasileira de Inclusão (LBI – Lei nº 13.146/2015). Esses marcos legais consolidam a ideia de que a deficiência não está na pessoa, mas nas barreiras físicas, comunicacionais, atitudinais e sociais que impedem sua plena participação na vida em sociedade.   Mais do que reconhecer direitos à saúde, educação, trabalho, acessibilidade, transporte, cultura e participação política, o ordenamento brasileiro estabelece um dever de inclusão: Estado, família, comunidade e iniciativa privada são corresponsáveis por remover obstáculos e garantir igualdade de oportunidades. Nesse cenário, os benefícios voltados à pessoa com deficiência – como o BPC, a aposentadoria da PcD e a aposentadoria por incapacidade – integram a rede de proteção social, funcionando como instrumentos concretos para viabilizar autonomia e dignidade.   Compreender as diferenças entre esses benefícios, seus requisitos e finalidades não é apenas uma questão técnica previdenciária: é passo essencial para transformar direitos formais em resultados reais, especialmente quando se considera que quase um em cada quatro brasileiros possui alguma deficiência. Como Comprovar a Deficiência: O Que Mudar para Cada Benefício A Lei Brasileira de Inclusão (LBI – Lei nº 13.146/2015) adota um modelo biopsicossocial  para definir a deficiência. Isso significa que a deficiência não é apenas uma condição clínica (a doença ou lesão em si), mas o resultado da interação entre os impedimentos de longo prazo da pessoa (físicos, mentais, intelectuais ou sensoriais) e as diversas barreiras  (atitudinais, ambientais, comunicacionais, tecnológicas) que a impedem de participar plenamente e em igualdade de condições com as demais pessoas. Portanto, a comprovação vai além do laudo médico.   1. Para o Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS da Pessoa com Deficiência) A comprovação da deficiência para o BPC é feita por uma avaliação multiprofissional e interdisciplinar , realizada por profissionais do INSS. Essa avaliação é dividida em duas etapas cruciais: Avaliação Médica: Foco:  Analisar os impedimentos nas funções e nas estruturas do corpo (físicas, mentais, intelectuais ou sensoriais). O perito médico do INSS verificará a existência da deficiência, seu tipo, grau e se ela gera impedimentos de longo prazo (mínimo de 2 anos). Documentação Essencial:   Laudos e relatórios médicos atualizados: De preferência de especialistas da área da deficiência (neurologista, psiquiatra, oftalmologista, ortopedista, etc.), contendo o diagnóstico (com CID - Classificação Internacional de Doenças), prognóstico, histórico da doença, tratamentos realizados e medicamentos utilizados. Exames complementares:  Que comprovem a condição (ressonâncias, tomografias, exames laboratoriais, audiometrias, etc.). Relatórios de terapias:  Fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia, etc., detalhando as limitações e os avanços. Receitas de medicamentos contínuos. Avaliação Social: Foco:  Analisar as barreiras e as limitações no desempenho de atividades e na participação social. O assistente social do INSS (ou da equipe de avaliação social) investigará como a deficiência afeta a vida diária da pessoa, seu convívio familiar, escolar, profissional e social. Será analisado o ambiente em que vive, as adaptações necessárias e as dificuldades enfrentadas para se integrar plenamente. Documentação Essencial:  Embora não haja documentos "médicos" específicos para essa etapa, é importante levar: Comprovantes de despesas com a deficiência: Gastos com medicamentos não fornecidos pelo SUS, fraldas, alimentação especial, órteses, próteses, terapias particulares, transporte adaptado etc. Esses comprovam a onerosidade da deficiência para a família, impactando a renda. Relatos ou declarações:  De familiares, cuidadores, professores ou terapeutas que possam atestar as dificuldades diárias e as barreiras enfrentadas pela pessoa. Cadastro Único (CadÚnico):  Fundamental para comprovar a renda familiar e a situação de vulnerabilidade. Precisa estar atualizado. Metodologia:  O INSS utiliza a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) , da OMS, para guiar essa avaliação biopsicossocial, especialmente para identificar as limitações nas atividades e as restrições na participação social. 2. Para a Aposentadoria da Pessoa com Deficiência (LC 142/2013) A comprovação também é feita por avaliação biopsicossocial multiprofissional e interdisciplinar  do INSS, muito similar à do BPC, mas com um objetivo diferente: determinar o grau da deficiência (leve, moderada ou grave) e o período em que ela existiu , e não a miserabilidade. Avaliação Médica e Social Conjunta:   Foco:  Identificar a deficiência (impedimentos de longo prazo) e as barreiras que dificultam a participação plena em igualdade de condições. O objetivo é quantificar o impacto funcional e ambiental dessa deficiência. Grau da Deficiência:  O INSS utiliza um instrumento específico, o Índice de Funcionalidade Brasileiro Aplicado para Fins de Aposentadoria (IFBrA) , que atribui uma pontuação com base na CIF, para definir se a deficiência é leve, moderada ou grave. Essa pontuação determinará o tempo de contribuição ou a idade mínima exigida. Período da Deficiência:  É crucial comprovar que a deficiência existiu durante o período em que a pessoa contribuiu para o INSS. Documentação Essencial:  A mesma lista de documentos médicos e complementares mencionada para o BPC é vital aqui, com ênfase em: Laudos e relatórios médicos históricos: Desde o início da deficiência, se possível, para comprovar o período. Prontuários médicos antigos. Testemunhas:  Em alguns casos, pessoas que conviveram com o requerente podem auxiliar a comprovar o período da deficiência. Comprovantes de deficiência ao longo da vida: Carteira de motorista especial, certificado de reservista com anotação, histórico escolar (se houve necessidade de adaptação), carteira de passe livre etc.   3. Para a Aposentadoria por Incapacidade Permanente Aqui, a comprovação é predominantemente médica , focada na incapacidade laboral . Perícia Médica do INSS:   Foco:  Determinar se a doença ou lesão causa uma incapacidade total e permanente  para o trabalho habitual e para qualquer outra atividade que possa garantir o sustento, e se essa incapacidade é irreversível ou sem perspectiva de reabilitação. Não se avalia o "grau de deficiência" ou as "barreiras sociais" no sentido da LBI, mas sim a capacidade funcional para o trabalho. Documentação Essencial:   Laudos e relatórios médicos atualizados: Com o diagnóstico (CID), prognóstico, histórico da doença, tratamentos realizados, medicamentos utilizados e, especialmente, a expressa indicação da incapacidade para o trabalho  (e se ela é temporária ou permanente, total ou parcial). Exames complementares:  Que comprovem a condição e a extensão do dano. Relatórios de internações, cirurgias ou procedimentos. Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS):  Para que o perito possa analisar a função exercida pelo segurado e o impacto da doença nessa função. Guia da Previdência Social (GPS): Comprovantes de contribuição. Quadro Comparativo: Benefícios para Pessoas com Deficiência e por Incapacidade Critério BPC PcD(Benefício de Prestação Continuada) Aposentadoria da PcD(Lei Complementar 142/2013) Aposentadoria por Incapacidade Permanente Natureza do Benefício Assistencial (não contributivo). Previdenciária (contributiva). Previdenciária (contributiva). Exige Contribuição ao INSS? Não exige contribuições prévias. Sim, exige tempo de contribuição como pessoa com deficiência. Sim, exige qualidade de segurado e carência (salvo exceções). Foco Principal do Benefício Deficiência de longo prazo + Situação de vulnerabilidade social (miserabilidade). Ser pessoa com deficiência (de qualquer grau) + Ter contribuído para o INSS. Incapacidade total e permanente para o trabalho. Como se Comprova a Condição? Avaliação Biopsicossocial Multiprofissional e Interdisciplinar do INSS (médica e social), que analisa impedimentos e barreiras sociais (modelo biopsicossocial da LBI). Comprovação da renda familiar via CadÚnico. Avaliação Biopsicossocial Multiprofissional e Interdisciplinar do INSS (médica e social), que avalia o grau de deficiência (leve, moderada ou grave) e o período da condição. Perícia Médica do INSS (exclusivamente), focada na impossibilidade de exercer atividade laboral. Necessidade de Incapacidade Laboral? Não. O foco é o impedimento de longo prazo que dificulta a participação social e a vulnerabilidade econômica. Não. A pessoa pode e deve estar trabalhando. A deficiência é uma condição, não uma incapacidade para o trabalho. Sim, é o requisito central: incapacidade total e permanente para qualquer trabalho e insuscetibilidade de reabilitação. Valor do Benefício 1 salário-mínimo (fixo). Calculado com base nas contribuições do segurado; geralmente superior ao mínimo. Calculado com base nas contribuições do segurado. 13º Salário (Abono Anual)? Não possui. Sim, tem direito. Sim, tem direito. Gera Pensão por Morte para Dependentes? Não gera. Sim, gera pensão por morte para dependentes. Sim, gera pensão por morte para dependentes. Pode Trabalhar Recebendo o Benefício? Em regra, não. O ingresso no mercado de trabalho formal ou aumento da renda familiar pode levar à suspensão/cessação do BPC. Sim, a pessoa pode continuar trabalhando e acumulando o benefício com a remuneração. Não. Se a pessoa voltar a trabalhar, entende-se que a incapacidade cessou, podendo levar à suspensão/cessação do benefício. Instrumentos/Critérios de Avaliação CF/88, LOAS, LBI, conceito biopsicossocial, CadÚnico, CIF. LC 142/2013, LBI, conceito biopsicossocial, IFBrA (Instrumento de Funcionalidade Brasileiro Aplicado para Fins de Aposentadoria). Lei 8.213/91, conceito clínico-funcional de incapacidade, tabela de doenças graves (para carência), prognóstico médico.

  • A magia do Natal e a importância do seu simbolismo no desenvolvimento infantil

    O Natal é uma data repleta de símbolos, valores e crenças que tocam nossos sentimentos, a imaginação e a ludicidade das crianças. Ele transforma cenas reais em lembranças significativas e cheias de afeto, as chamadas memórias afetivas. A importância de comemorar ou não as festas de final de ano está ligada ao significado que cada um atribui a esse momento, considerando experiências vividas, tradições familiares, aspectos religiosos e condições econômicas. É comum sentir uma dualidade de emoções nessa época: enquanto alguns se animam com a ceia, decoração e presentes, outros se sentem cansados, ansiosos ou até nostálgicos. É fundamental permitir-se identificar, acolher e expressar esses sentimentos de forma autêntica e leal. O Natal também é um momento para refletir sobre o que foi ou não realizado, retomar planos e celebrar conquistas, organizando-se para o ano que vem. Essa reflexão pode ser uma oportunidade de crescimento pessoal, de reconhecer o que realmente importa e ajustar prioridades. Com as crianças, o acolhimento e a escuta são igualmente importantes. Elas estão em desenvolvimento biopsicossocial e espiritual, e educá-las através das tradições, enfatizando bons sentimentos, imaginação e ludicidade, é essencial para o crescimento emocional. Atividades como decorar a casa, escolher a ceia ou presentear ajudam a criar um momento rico e prazeroso para toda a família, ensinando respeito, empatia e valorização das diferenças. Ao envolver as crianças nesses processos, elas aprendem a lidar com expectativas, a compartilhar e a entender o valor do trabalho em equipe, culminando em um desenvolvimento mais saudável. A fantasia faz parte da infância e é a capacidade de simbolização da criança, uma ferramenta de aprendizagem e organização emocional. É através dos brinquedos e dos personagens que cria, que ela irá resolver seus conflitos internos. No caso da figura do Papai Noel, ela simboliza um "grande pai" que atende desejos, trazendo segurança afetiva e uma sensação de magia. À medida que crescem e o princípio da realidade vai dominando o princípio do prazer e a fantasia, as crianças naturalmente descobrem a verdade, lidando com a frustração de forma natural. Esse processo faz parte da construção do real e do imaginário, ajudando-as a diferenciar o que é possível do que é desejado. É importante que essa descoberta aconteça no tempo delas, sem pressa, pois o foco não está no momento da revelação, mas no papel que essa fantasia desempenha na formação emocional, cognitiva e social. Escrever uma cartinha para o Papai Noel é uma forma de expressar sentimentos e desejos, muitas vezes revelando dificuldades e anseios. Pais e professores podem captar mensagens importantes e trabalhar valores como respeito, perdão e empatia. O foco deve estar na expressão criativa, não apenas em pedir os presentes. Essa atividade estimula a escrita, a criatividade e a reflexão sobre o que é realmente importante, já que o aprendizado se torna muito mais real quando os adultos permitem que a imaginação, a criatividade e a ludicidade sejam os protagonistas. Além disso, pode ser um exercício de gratidão, onde a criança agradece pelo que já tem e pensa em como pode contribuir para o bem-estar dos outros. O convite é para reviver a magia do Natal: momentos de amor, respeito e carinho, ricos em imaginação e aprendizagem. Criar memórias afetivas vale mais que qualquer presente. Algumas ideias para tornar esse momento ainda mais especial: - Converse em família: pergunte o que o Natal significa para cada um, incentivando as crianças a refletirem e se sentirem ouvidas. - Leiam contos infantis: escolha histórias que enfatizem partilha, bondade e amor, discutindo os valores por trás das histórias. - Ações solidárias: participe de voluntariado com as crianças, ensinando a importância de ajudar aqueles que precisam. - Doação: ensine as crianças a doar roupas, brinquedos ou alimentos, promovendo a generosidade e a empatia. - Tradições criativas: crie rituais próprios, como fazer enfeites, cozinhar juntos ou contar histórias de família. Para as crianças, o Natal é um playground emocional, onde aprendem a lidar com a alegria, a decepção e a partilha. É um tempo para explorar a criatividade, de sonhar e de construir memórias que durarão para sempre. Como pais e educadores, nosso papel é guiá-las com sensibilidade, incentivando a autenticidade e o respeito mútuo. O espírito natalino nos aproxima, reacendendo o doce olhar infantil e renovando votos de união e paz. Viver a magia do Natal é refletir sobre como podemos ser melhores como pessoas, pais e filhos. É um convite a desacelerar, apreciar os pequenos momentos e fortalecer laços. Além das luzes, presentes e refeições, o Natal nos lembra da importância de cultivar a gratidão, a compaixão e o amor, valores que transcendem a data e permanecem ao longo do ano.

  • AS EMOÇÕES E SENTIMENTOS QUE SÃO DISPERTADAS NA ÉPOCA DO NATAL

    Por que o Natal desperta tristeza e ansiedade em muitas pessoas?   O Natal é culturalmente associado à alegria, união familiar, amor e celebração. Luzes, músicas, confraternizações e mensagens de esperança tomam conta dos ambientes. No entanto, para muitas pessoas, esse período desperta sentimentos opostos: tristeza profunda, ansiedade, solidão e até um desconforto que elas mesmas não conseguem explicar. Mas por que isso acontece?   O peso das expectativas emocionais Um dos principais fatores emocionais do Natal é a expectativa social. Existe uma ideia quase obrigatória de que todos devem estar felizes, realizados e cercados   de pessoas queridas. Quando a realidade interna ou externa não corresponde a esse “modelo ideal”, surge um sentimento de inadequação, frustração e culpa.   Quem está passando por luto, separações, conflitos familiares, dificuldades financeiras ou fases de transição pessoal pode sentir o Natal como um lembrete doloroso do que foi perdido ou do que ainda não foi alcançado.   Memórias e feridas emocionais ativadas O Natal também é um poderoso gatilho emocional. Ele resgata memórias da infância, da família e de experiências passadas. Para algumas pessoas, essas lembranças são afetivas e acolhedoras. Para outras, estão associadas a rejeição, abandono, brigas familiares, traumas ou carência emocional.   Mesmo que a pessoa não tenha consciência disso, o corpo e o inconsciente reagem, gerando tristeza, angústia, ansiedade e um sentimento de vazio difícil de explicar.   A solidão que se intensifica Durante o Natal, a solidão costuma ficar mais evidente. Quem vive sozinho, está distante da família ou sente que não pertence a nenhum grupo pode perceber essa ausência de forma mais intensa. A comparação com imagens de famílias “perfeitas” nas redes sociais reforça o sentimento de isolamento e pode afetar a autoestima e o bem-estar emocional.   Ansiedade, cansaço e sobrecarga Além do lado emocional, há também a sobrecarga física e mental: compromissos, gastos extras, cobranças sociais, organização de encontros,   expectativas de agradar a todos. Tudo isso pode aumentar os níveis de ansiedade, estresse e exaustão, especialmente em pessoas que já lidam com ansiedade ou depressão ao longo do ano.   O lado positivo emocional do Natal Apesar dos desafios, o Natal também pode ser um período de cura emocional, reflexão e reconexão. Para muitas pessoas, ele desperta sentimentos de gratidão, esperança, solidariedade e amor. É um momento que convida ao olhar interno, ao perdão, à reconciliação e ao cuidado com o outro e consigo mesmo.   Quando vivido com menos cobranças e mais autenticidade, o Natal pode fortalecer vínculos, estimular a empatia e trazer conforto emocional.   A importância de acolher os sentimentos Sentir tristeza ou ansiedade no Natal não significa ingratidão, fraqueza ou falta de espiritualidade. Significa apenas que somos humanos, com histórias, dores e emoções únicas. O mais importante é acolher esses sentimentos sem julgamento, respeitar os próprios limites e buscar apoio quando necessário.   O Natal não precisa ser perfeito. Ele pode ser verdadeiro. E, muitas vezes, o maior presente é permitir-se sentir, cuidar de si e compreender que cada pessoa vive esse período de uma forma diferente

  • 🎄 Guia de Estilo Sustentável: Economize no Look de Final de Ano! 🥂

    A época de festas chegou, e com ela, o desejo de vestir algo especial para o Natal e o Réveillon. No entanto, o final do ano já costuma ser um período de grandes gastos. A boa notícia é que você pode brilhar nas celebrações sem estourar o orçamento, adotando uma abordagem mais inteligente e sustentável para o seu guarda-roupa! Confira nossas dicas para montar looks incríveis e econômicos: 1. O Tesouro Escondido: Seu Próprio Guarda-Roupa Antes de sair às compras, realize uma "faxina fashion" no seu armário. A peça perfeita para a festa de Natal pode já estar lá, esperando para ser redescoberta. * Reaproveite Clássicos: Aquele vestido preto (ou branco) básico que você usou em um casamento pode ganhar vida nova com acessórios diferentes. * Faça Novas Combinações: Misture e combine peças que você nunca usou juntas. Uma saia formal pode ser combinada com uma blusa mais casual para um look moderno e inesperado. * A Regra da Terceira Peça: Um blazer, um quimono ou um colete podem transformar um look simples (como jeans + camiseta ou vestido liso) em algo muito mais sofisticado e festivo. 2. A Magia dos Acessórios Muitas vezes, a peça-chave do seu look não é a roupa em si, mas o que a complementa. Invista em acessórios que fazem a diferença e que podem ser usados o ano todo. 3. O Poder do Custo por Uso (C.P.U.) Ao considerar a compra de uma nova peça, pense no seu Custo Por Uso (CPU). O CPU é o valor total do item dividido pelo número de vezes que você o usará. Exemplo: Uma blusa de R$ 50,00 que você usa 2 vezes tem um CPU de R$ 25,00. Um vestido de festa de R$ 300,00 que você só usa uma vez tem um CPU de R$ 300,00. A blusa é a melhor compra! Priorize Peças Versáteis: Compre itens que possam ser usados tanto no Natal/Réveillon quanto no seu dia a dia (ex: uma camisa de seda, uma calça de alfaiataria). 4. Alternativas Inteligentes e Sustentáveis O consumo de moda não precisa ser apenas "comprar novo". Existem excelentes alternativas que são amigas do seu bolso e do planeta: * Aluguel de Vestidos: Se você realmente precisa de um look formal e exclusivo (para um evento específico), o aluguel é a melhor opção. É muito mais barato do que comprar e você não terá um item parado no armário depois. * Brechós e Second Hand: Brechós são verdadeiros garimpos. Você pode encontrar peças de marca, semi-novas ou até novas, por uma fração do preço original. Procure por peças com brilho, tecidos nobres ou vintages. * Troca de Roupas: Organize um evento de troca com amigos. Cada um traz peças que não usa mais e troca com os outros, renovando o guarda-roupa de forma gratuita e divertida! 5. Dicas Finais: Cores e Tecidos Aposte em cores e tecidos que remetem à festividade, sem precisar de roupas novas: * Natal: Vermelho, verde, dourado e tecidos aveludados ou xadrez. * Réveillon: Branco, prateado, e tecidos com brilho, paetês (reaproveitados!) ou seda. Lembre-se: a melhor roupa de festa é aquela que te faz sentir confiante e confortável. Use a criatividade, misture o novo com o antigo e tenha um final de ano estiloso e sem dívidas!

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